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Terr(a)batida…
Clown e música ao vivo... em busca do solo perdido!
SINOPSE:
Este espetáculo não é para te entreter, é para te intrometer. Vais sentir o teu poder, a tua força, o teu papel. A Terra é uma casa maravilhosa que te protege, que te acolhe, mas que também te desafia e precisa dos teus cuidados – é no solo onde tudo começa e tudo termina, ou nunca termina! Abre bem os olhos, os ouvidos e o coração para sentires esta batida, porque o solo é o palco para esta festa.
Ante-estreia:
25 de setembro, 10h30
ESTREIA:
27 de setembro, 17h.
Para todas as idades
Entrada livre
Centro de Arte Contemporânea de Viseu – Quinta da Cruz
Uma criação para o Festival So(u)lo:
https://www.apecv.pt/festival-soulo/
Em parceria com a APECV e a RdA
APRESENTAÇÃO:
Quando metemos as mãos em terra fértil, somos invadidos por um cheiro único e íntimo, nesta viagem somos levados à observação profunda, à compreensão do que se passa entre os grãos de pó e tudo o que vive nesses espaços.
É um espetáculo que nos traz à terra e nos deixa de pés bem assentes no chão, num chão onde queremos que cresça vida e onde tudo floresça. Podemos semear um novo comportamento em ti, prepara-te para te revolveres e sentires que tens um papel nesta mudança.
Um palhaço, música ao vivo, mímica e um monte de terra, vão abrir sulcos, vão colocar a semente, vão regar as ideias que irão florir e talvez dar os frutos necessários à manutenção da Vida.
Um espetáculo familiar que poderá ser levado e visto em todas as cidades do mundo, mas também caberá nas escolas onde as aprendizagens se fazem através da arte. É uma comédia teatral (clown/mimo) com música ao vivo, uma criação sobre a temática e problemática dos solos, de toda a atenção e cuidado que devemos ter, pois a sua degeneração traz sérias implicações nas alterações climáticas, nomeadamente na saúde do ciclo da água – fundamental ao equilíbrio do planeta.
“I´m so Soil” e “Happy derme”, foram dois dos títulos provisórios desta comédia física, visual, sem palavras (mas com muitas canções) e acessível a todas as faixas etárias. As personagens, um clown e um músico, deambulam entre o mestre e o aprendiz, entre o cientista e o cidadão, entre a criança e o adulto, entre tu e eu, ou eu e eu, ou tu e tu… entre Todos Nós!
A terra é mais do que pó, a Terra pode ser festa, vamos lá… em busca de um solo perdido!
FICHA TÉCNICA:
Criação musical e interpretação – Alberto Rodrigues
Criação, dramaturgia e interpretação – Zé Pedro Ramos
Cenografia, figurinos e adereços – Daniela Fernandes
Construção cenográfica – Daniel Matos
Som e Luz – Carlos Couto e Rui Pêva
Olhares externos – Paulo Neves e Ricardo Augusto
Imagem e design gráfico – Pedro Araújo
Produção executiva – Cristina Ministro (7Sentires)
Agradecimentos – Ana Santos, Filipa Pimentel, Paulo Pereira e Gabriel Silva
Parceria – Projeto SO(U)LO com a APECV e a RdA Climate Solutions
Financiamento – Projeto europeu SoilTribes
Apoio – Centro de Arte Contemporânea de Viseu – Quinta da Cruz – Município de Viseu











